sábado, 31 de outubro de 2009

CENA Vídeo!!



Esta semana estamos apresentando três vídeos especiais do ATTIK Live! Pra galera que quiser já ir curtindo um pouco desse ótimo projeto que estará se apresentando dia 14 de Novembro na IN MUSIC Sinop. Vale a pena conferir.






quinta-feira, 29 de outubro de 2009

TOP 100 Djs Mundial 2009



Os TOP 100 Djs Do Planeta

A revista Britânica Dj Mag, uma das principais referencias mundiais em termos de música eletrônica, divulgou na noite desta Quarta Feira dia 28 de Outubro o Ranking dos Top 100 Djs mundiais. O único Brasileiro que figura entre os Top 100 é o Dj Gui Boratto, nome já esperado devido a sua grande ascensão nos últimos anos.

Confiram abaixo o ranking completo.

01 – Armin Van Buuren
02 – Tiësto
03 – David Guetta
04 – Paul Van Dyk
05 – Above and Beyond
06 – Deadmau5
07 – Ferry Corsten
08 – Markus Schulz
09 – Gareth Emery
10 – Sander Van Doorn
11 – ATB
12 – Infected Mushroom
13 – Sasha
14 – Axwell
15 – Andy Moor
16 – BOBINA (Dmitry Almazov)
17 – John Digweed
18 – Carl Cox
19 – Cosmic Gate
20 – Steve Angello
21 – DJ Shah
22 – Aly and Fila
23 – Paul Oakenfold
24 – John O’Callaghan
25 – Sebastian Ingrosso
26 – Benny Benassi
27 – Laidback Luke
28 – Ritchie Hawtin
29 – Fedde Le Grand
30 – DJ Feel
31 – Stuart Lange
32 – Hernan Cattaneo
33 – Daft Punk
34 – Erick Prydz
35 – Bob Sinclair
36 – Joachim Garraud
37 – Kyau & Albert
38 – James Zabiela
39 – Umek
40 – Christopher Lawrence
41 – Eddie Halliwell
42 – Simon Patterson
43 – Offer Nissim
44 – Judge Jules
45 – Sean Tyas
46 – Dubfire aka Dubzebra
47 – Martin Solveig
48 – Sven Väth
49 – Richard Duran
50 – Marco V
51 – Kaskade
52 – tyDi
53 – Erick Morillo
54 – Matt Darey
55 – Asterix
56 – Menno de Jong
57 – The Thrillseekers
58 – Nick Warren
59 – Dirty South
60 – Roger Sanchez
61 – Mark Knight
62 – Wally Lopez
63 – Leon Bolier
64 – Blank and Jones
65 – Justice
66 – Laurent Wolf
67 – Astral Projection
68 – Boys Noize
69 – Ronski Speed
70 – Sander Kleinenberg
71 – Ricardo Villalobos
72 – Chuckie
73 – Sharam
74 – Marcel Woods
75 – Lisa Lashes
76 – Moonbeam
77 – Rank 1
78 – Sebastien Leger
79 – Marcus Schossow
80 – Steve Lawler
81 – Skazi
82 – Super8 and Tab
83 – Pete Tong
84 – Tocadisco
85 – Sied van Riel
86 – Tiga
87 – Daniel Kandi
88 – Mike Koglin
89 – Luciano
90 – Yahel
91 – Myon and Shane 54
92 – John B
93 – Simon Posford
94 – Fatboy Slim
95 – Robbie Rivera
96 – Antoine Claraman
97 – Nic Fanciuli
98 – Gui Boratto
99 – Alex Morph
100 – Andy C


Fonte: www.djmag.com

terça-feira, 27 de outubro de 2009

CENA PERGUNTA??




5 Perguntas para ATTIK

1 – Como surgiu o projeto Attik? Foi algo que vocês já pensavam ou simplesmente aconteceu?

Thiago: O Attik na verdade começou em meados de 2005, quando criamos um projeto voltado para o house progressivo chamado Major Pax. A idéia de se tornar produtores veio quase que do acaso, quando a gente começou a brincar de fazer música no computador. Quando conheci o Hugo, ele já mexia no FL Studio, e a partir disso, tivemos a idéia de bolar um projeto de música eletrônica. O Attik só nasceu realmente no início do ano passado, quando junto com os produtores Rodrigo Farinha, LC Junior e Fellini, fundamos o selo Bleep Bloop Records, que é mais voltado para o techno, house e vertentes.

Hugo: Isso é coisa do Fellini, amigo nosso. Ele surgiu com a idéia de fazermos outro projeto, só que de techno – na época, eu e Thiago tínhamos o Major Pax – e nós gostamos da idéia. A gente sempre gostou de experimentar outros sons. Daí surgiu o Attik, que acabou se tornando o nosso projeto principal.


2 – O quanto vocês costumam trabalhar na produção de uma Track? E onde vocês encontram inspiração?

Thiago: Como o tempo é apertado e ambos temos nossas responsabilidades fora do mundo das festas (eu trabalho, e o Hugo faz faculdade), a gente tenta se dividir o máximo possível para a construção de uma track. Às vezes eu começo algum som e o Hugo finaliza, ou ele manda a track pra mim quase pronta e eu adiciono alguns elementos, e por aí vai. Gostamos de fazer o que nos agrada e, sendo um duo, os gostos de ambos se misturam. Eu sou mais ligado na melodia de uma track, enquanto o Hugo fica mais focado na batida e na “arquitetura” da coisa. Inspiração pra gente pode vir de qualquer lugar. Seja uma outra track, seja algum som que tiramos durante a produção, ou até mesmo coisas que rolam a nossa volta ou filmes que assistimos.

Hugo: Na verdade não perdemos tanto tempo assim na produção das tracks. Teve uma vez que finalizamos duas em um dia. Mas teve vez que ficamos mais de uma semana em uma. Tem muita coisa que acaba ficando sem finalizar e, às vezes, retomamos e finalizamos. Mas ultimamente temos ficado entre dois a quatro dias em uma track, o que achamos um tempo razoável. A prática acaba por ajudar nessas horas, então tudo é mais rápido.


3 – Vocês ouvem outros sons, outros estilos para buscarem novas idéias para suas produções?

Thiago: Por mais que ame tocar, eu não consigo viver apenas de música eletrônica. Pra mim, encontrar influências em outros estilos é fundamental. Tanto que grande parte do que produzo geralmente sai de músicas instrumentais, trilhas sonoras, pop e rock.

Hugo: Inspiração vem de qualquer lugar. Eu tenho um amor muito grande pela música em si, são pouquíssimos estilos que eu não gosto. Ouço de tudo. Já teve inspiração que veio de videogame, só para se ter uma idéia. Mas uma coisa que o Thiago disse, e que é uma constante em termos de inspiração para nós, é o caso das trilhas sonoras: constantemente a gente ouve algo interessante em um filme e já pensa “isso daria uma track”.


4 – Quais são os produtores que vocês mais curtem ou se espelham?

Thiago: A lista é enorme. Dentro da música eletrônica tenho como referência pessoal Daft Punk, Sven Vath, Miss Kittin, M.A.N.D.Y., Booka Shade, Tom Sawyer, Oxia, Joris Voorn, Erol Alkan, Joel Armstrong, Renato Cohen, Trentemoller, e por aí vai. Fora deste nicho encontro inspiração em nomes como Howard Shore, Danny Elfman, Phillip Glass, Imogen Heap, Akira Yamaoka, Aimee Mann, Norah Jones, Placebo, Sigur Ros entre outros.

Hugo: Isso é interessante, porque muita gente iria citar somente nomes que estivessem ligados aos estilos que tocam, mas nós sempre ouvimos de tudo e gostamos de muita coisa. Eu posso citar, a nível pessoal, o Buena Vista Social Club e Toto La Momposina, no caso de música orgânica. Já na eletrônica, curto muito Marek Hemmann, Siwell, Kagami, Lee Van Dowski e UES.


5 – Como vocês vêem hoje a música eletrônica em Mato Grosso e quais as metas de vocês para o futuro?

Thiago: Mato Grosso já está praticamente estabelecido no que diz respeito a cena eletrônica nacional. Temos ótimos DJs, excelentes produtores, um club que não consegue fazer noite fraca e dois artistas gringos por mês dando as caras, para a nossa alegria. O club Garage foi um divisor de águas na história da música eletrônica no estado e hoje estamos colhendo muitos frutos disso, além de todos os olhos do país (quem sabe do mundo) estarem voltados para nossa terra no momento. A partir deste ano, começamos a chamar atenção para o resto do povo como se disséssemos “olha, temos uma cena eletrônica forte”. Como conseqüência disso, o interior do estado também fortalece. Temos, além de Cuiabá, três grandes pólos ligados na cena: Rondonópolis, Tangará da Serra e Sinop. Três lugares maravilhosos para tocar e curtir um bom som. Em minha opinião, a perspectiva é que tudo isso melhore nos próximos anos. Sobre o Attik, torço muito para que cada vez mais gente conheça e curta nosso som.

Hugo: Acho que Mato Grosso ainda tem muito que se desenvolver no que se diz música eletrônica. Mas, se tomarmos o nosso presente como base para o nosso futuro, a gente pode dizer que teremos um porvir bem interessante. Tem muita gente que já começa a entender minimamente de música eletrônica. Isso só enriquece a nossa cena. Quanto mais gente “entendida”, mais apego pela qualidade. Mas temos que nos manter assim, até para que a cena não se esfrie.
Agora, em termos de metas para o nosso futuro, eu diria que não temos nada definido. Temos algumas diretrizes, mas não nos apegamos tanto a elas. Não tentamos ser tão vendáveis assim. Fazemos o que fazemos porque gostamos. Se em algum momento deixarmos de curtir o que fazemos para que nos tornemos somente um nome de venda fácil, provavelmente nesse dia, o Attik deixará de existir. Então a gente vai indo, sempre de acordo com as oportunidades que nos são apresentadas, sem pressa, mas sempre para frente.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

IN MUSIC - 14 de NOVEMBRO - SINOP



IN MUSIC – 14 de NOVEMBRO - SINOP

Line Up Djs:
- ATTIK Live!
- Binho
- Luis Correa
- Thiago C.

Vj Loop Project

* E quem quiser já ir curtindo algumas produções do Attik Live! atração principal do evento é só acessar nossa radio:

Serviço:
- Local Inédito: SINTRACOM (Área Externa, Espaço Totalmente Gramado e Seguro).
- Endereço: Setor industrial, Próximo ao Estádio municipal, Fundos da Haas Madeiras.
- Data: 14 de Novembro.
- Horário: Apartir das 23:59 horas.

Estrutura:
- Open Air
- Local Inédito Totalmente Gramado
- Tendas
- Bares com Novos Drinks
- Estacionamento
- Seguranças Profissionais

Ingressos Antecipados:
- 1° Lote – R$15,00 – Ingressos Limitados por lote.
- 2° Lote – R$20,00 – Ingressos Limitados por lote.

Pontos de Venda:
- Bon Marchê – Praça Plínio Callegaro, Centro, Fone: 66 3531 7227 
- Loja 775 - Rua das Aroeiras, N°583 esquina com Orquídeas, Centro, Fone: 66 3531 0699.

Informações:

Contato:
66 9981 7575

Mapa de Localização:




ATTIK Live!


Release


Foi exatamente no ano de 2005 que Hugo Dias e Thiago Almeida formaram o duo Major Pax, projeto que faz parte do primeiro ciclo de produtores de música eletrônica do Estado de Mato Grosso. O estilo musical escolhido pela dupla variava o progressivo, o breakbeat até chegar às texturas suaves do downtempo.


As faixas ganharam o mundo através dos selos Deeplife, Loopfreaks Black e Pantano Beat Records - selo o qual o projeto lançou dois álbuns: “Things To Come” e “Somewhere Out Here”, chegando a emplacar várias de suas faixas no TOP100 do gênero no site especializado Beatport.


A sede em produzir outros estilos fez com que o duo criasse um novo projeto direcionado as vertentes do techno e house. Foi quando resolveram dedicar a maior parte de seu tempo a outro projeto: o Attik.


Com faixas criativas e singulares, Hugo e Thiago vêm conquistando um número cada vez maior de apreciadores de seus trabalhos fora do Brasil. Os artistas já contabilizam algumas dezenas de músicas lançadas nos principais sites do planeta. Devido a grande habilidade de produzir, os dedicados artistas resolveram, criar o selo Bleep Bloop, projeto o qual dividem com outros artistas do primeiro ciclo de produtores de música eletrônica de Mato Grosso: LC Junior, Fellini e Rodrigo Farinha. Além disso, recentemente o duo foi um dos selecionados para a final da seleção de novos artistas do selo gringo Get Physical, que agrega nomes grandiosos como Boka Shade, M.A.N.D.Y., entre outros.


A dupla, que já dividiu line ups com grandes nomes da música eletrôniva mundial, entre eles D-nox And Beckers, Tocadisco, Xenia Beliayeva, Piatto, Oliver Klein e Spitfire, é um dos projetos que mais crescem na cena de Cuiabá, sendo a grande revelação do ano de 2009.


www.attik-music.com
www.myspace.com/attikbrazil